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10/08/2010

Nem tudo que reluz...


Trilha sonora recomendada para leitura do post:

Origem: M, L, S Cor:
* * * Sabor: Mel, Fel, Xarope


Celina era uma jovem vaidosa que adorava roupas, maquiagem, perfumes, acessório e claro jóias.
Sabendo de sua vaidade, sempre que alguém queria lhe presentear apostava em algum destes itens, mas o que mais ela ganhava eram bijuterias, principalmente as de strass e cristal que eram as suas preferidas...
Com o passar do tempo ela tinha tantos brincos, colares e anéis que para ela já estavam banalizados, sendo que alguns ela até dava para as amigas que gostavam...
Um belo dia, seu namorado na intenção de lhe fazer uma surpresa foi a uma joalheria escolheu um lindo par de brincos de diamantes que, para completar a surpresa, entregaria fora da embalagem no meio de um ramalhete de flores, era uma data especial e ele queria tornar tudo muito romântico.
No dia especial, Celina e o namorado foram jantar juntos e o rapaz ansioso pela reação da amada, da forma que tinha planejado, no meio das flores, lhe entregou o par de brincos.
O que ele não esperava era que quem seria surpreendido era ele, pois num ataque de fúria, ela ao ver aquilo jogou flores e brincos longe, esbravejou e disse que não aguentava mais ganhar bijuterias, que ele não prestava atenção nela, pois se prestasse nunca daria aquele presente e que tudo entre eles estava terminado. Levantou-se da mesa e saiu pisando duro sem olhar para trás.
Moral da história, quem não sabe reconhecer um diamante corre o risco estar com um nas mãos os jogá-lo para o alto.

13/07/2010

Para ninguém


Origem: TMF/L Cor: *** Sabor: Fel/Mel



Trilha sonoroa OBRIGATÓRIA para a leitura do post:


Quando ela fecha os olhos logo lhe chama atenção a voz do seu coração dizendo que ele ainda está lá.
Ainda que ela saiba que este lugar para ele não é confortável, que lá ele também não queria estar, seu coração repete que ele ainda está lá.
Mesmo ela não querendo que ele lá esteja e tentado fechar seus ouvidos e calar seus sentimentos, seu coração grita que ele ainda está lá.
Então ela se rende à voz insistente e a ele escreve cartas imaginárias, cartas que ele não receberá, letras que nunca borrarão o papel e que ninguém nunca vai ler.
Abre os olhos e consegue vê-lo bem perto, ouve sua voz e faz diálogos imaginários, palavras que não vão sair da sua boca e que ninguém nunca vai ouvir.
Em um momento de “devaneio agudo” sente seu cheiro e seu gosto, consegue lhe tocar e então, lhe enche de carinho, são abraços e beijos todos para ele e são tão dele que ninguém nunca vai ter.




***Texto dor de cotovelo no grau máximo! O que é raridade por aqui. E a música hoje é OBRIGATÓRIA outra raridade por aqui! Recomendo ouví-la até o final que é a parte que eu mais gosto! Como é um texto antigo, fui conversar com ela e ver como andava este coração desassossegado, ela me contou que seu coração parou de gritar porque ficou rouco. Ele agora repete tudo isso incessantemente, mas bem baixinho de forma que já deixa que ela durma...

30/06/2010

Pequeno manual para o bom aproveitamento dos pingos (parte III)

O Sabor das gotas


Trilha sonora sugerida para leitura deste post:



Além de virem de origens distintas e mudarem de cor, minhas gotas também podem variar seus sabores, podendo ser:

De chocolate: às vezes doce as vezes amargo, mas sempre prazeroso!
De vinho: saboroso e festivo.
De champagne: Glamorosa, festiva e sexy.
De limão: azedas, queimam a pele no sol, mas misturadas com outros ingredientes ficam uma delícia!
De Wassabi: ardidas, melhor pegar só um pouquinho.
De sorvete: doces e refrescantes.
De fel: com todo amargor característico da bílis que, além de amarga, é visceral.
De mel: doce, doce, doce e melado. É bom, mas enjoa.
De pimenta: picantes e marcantes. Podem ser misturadas com chocolate e usadas em vários pratos.
De café: sempre quentes, confortavelmente amargas, tiram o sono, são digestivas e energizantes.
De soro caseiro: tem sabor de lágrima, mas previnem.
De maracujá: azedinho, mas acalma.
De caldo de feijão: salgadas e fundamentais para o brasileiro.
De baba de quiabo: tem gente que gosta, mas... (de gosto duvidoso)
De calda de açúcar: é doce e versátil pode ser usada em vários pratos.
De junk food: faz mal mas todo mundo gosta.
De água: cotidianas, sem gosto mas fundamental à vida.
De xarope: é bom pra tosse!
De óleo de cravo: dizem respeito à odontologia, é ele que dá o odor característico dos antigos consultórios odontológicos.

 
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